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Diversão garantida

Adoro música. Adoro competições. Logo, adoro reality shows musicais. Não importa de que país, em que emissora, confesso ser uma daquelas pessoas que ficam indóceis esperando o próximo programa. Aliás, preciso dizer uma coisa: acho uma enorme babaquice o pessoal que "paga pau" pra American Idol mas não pode nem ouvir falar de similares brazucas. Tudo bem, na maioria das vezes são similares muito mixurucas, voltados para o comercial e às vezes pro escracho, que ressaltam o mau gosto musical, etc. Mas dentro desse universo porcalhão, ao meu ver, tem sempre como salvar uma ou duas boas almas.

Está no ar, pra minha alegria, a nova edição do Ídolos, desta vez na emissora do Bispo Macedo. Jurados novos, e, ao que parece, uma nova concepção de candidato. Pelas prévias que vi,



Escrito por Eu mesma às 12h01
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Desculpem a nossa falha...

O Bonner podch, eu tb posso: escrevi caquinha no post anterior, e fui delicadamente advertida por meu amiguinho Xuraboy. Misha chorou em Moscou, 80, e não em Montreal, 76. Aliás, nessa última, eu era apenas um projeto de ser (embora já devesse gostar de Olimpíadas). 



Escrito por Eu mesma às 14h56
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Amarelo

Essa é a cor das olimpíadas 2008. Amarelo de japonês, amarelo de brasileiro. Siiiim, amarelo de brasileiro.

Acompanho o chamado "esporte amador" desde pequenininha, desconfio que desde que Misha chorou em Montreal. SEmpre amei o chamado "espírito olímpico". Achava o máximo ver os atletas tentando a superação e talz. E me acostumei a ouvir - e aceitar - justificativas (muitas das quais justíssimas) para o pífio desempenho brazuca nas grandes competições: falta estrutura, apoio, visibilidade. Naquela época, eu sabia, tudo o que a gente conseguia era fruto da raça, da gana dos atletas de passar por cima de todas as adversidades pra "aparecer" numa olimpíada e, a partir daí, tentar conseguir tudo aquilo que faltava pra nos igualarmos ao "primeiro mundo esportivo". Era Bernard inventando saque jornada, João do Pulo fazendo mágica, Fernando Meligeni virando pano de chão de tanto se jogar na quadra pra pegar bola, Luisa Parente usando equipamento novo quando treinava com tranqueira, Oscar botando banca em americano, Paula tirando bola de três sabe-se lá de onde....

Ao mesmo tempo, vi as coisas mudando por aqui. Vi o Nuzman, então presidente da CBV, dar aos atletas do esporte a tal "estrutura" tão sonhada, tão desejada. Vi - de pertinho, por sinal - o Zé Roberto comandar seus meninos e puxar pra gente a atenção do mundo, em Barcelona. Vi a ginástica ganhar seu tão sonhado CT, e, a partir daí, trazer resultados até então impensáveis.

Este ano, estupefata - e decepcionada, claro - tive que dar meu braço a torcer: veio a estrutura, foi-se a garra. E ai..... bronze, bronze, bronze, quando muito bronze.... (como diria sabiamente meu amigo Rodrigão, "essa gente bronzeada..."). Caramba, qq aconteceu? Cadê o futebol multimilionário? Cadê o Diego multivalorizado? Cadê a Jade, megamimada? E o Rodrigo Pessoa, gente? Cadê o Sr Bernardinho todo-poderoso??

Não dá pra entender, não dá pra aceitar. Ainda bem que temos César Cielo (antes vc me perguntaria: quem?)! Salve guerreira Maureen Maggi! Mais uma vez, viva o Zé Roberto ("Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás")!! Pros outros, só consegui pensar numa solução: treinar com o BOPE. Lanço, agora a campanha: "Capitão Nascimento para conselheiro do COB!"

E que venha Rio 2016, pra gente vaiar esses amarelões ao vivo!!



Escrito por Eu mesma às 18h46
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UM DIA APÓS O OUTRO

Não, esse não é o blog do Lair Ribeiro. Mas não podia começar o post de outra maneira. Depois de noites em claro na agonia do que estava por vir, posso, enfim, colocar a cabeça em meus três travesseiros (sim, três) e dormir feito um bebê... E isso graças a uma nova pessoinha que entrou na minha vida faz pouco tempo e que admiro cada dia mais.

Tem gente que veio pra essa vida pra se doar, pra fazer o bem. E a Denise, FR do meu trabalho, é uma delas. Tenho uma dívida de gratidão com ela - que já existia por tudo o que ela me ajudou e ensinou - incomensurável a partir de hj. É muito difícil, no mundo de vaidades que a gente vive, encontrar alguém que abra mão de seu status, de sua hierarquia (nesse caso conseguida com muita competência) para tirar o próximo de uma enrascada. E já é a segunda. E mesmo sem ser em enrascadas, ela tá lá, com sua paciência, sua serenidade, sua inteligência, sua disponibilidade.

É por isso que ela é querida por todos, aliás, é a preferida de todos.

Mais uma vez, obrigada.

 



Escrito por Eu mesma às 21h24
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                F.A.T.E

  Idas e vindas. Apesar de trabalhar há anos no mesmo lugar (leia-se Secretaria Estadual de Fazenda), minha vida profissional, posso garantir, não têm sido muito "acomodada".... É sempre assim: estou quieta num canto, precisam de alguém em outro, lá vou eu. Arrumo a casa, e quando vou colher os frutos do meu esforço.... precisam de alguém em outro lugar!! É impressionante, de verdade!!

Já sei, vc pode estar pensando: "ah, isso é pq vc faz bem o seu trabalho..." Na boa, tenho vontade de matar quem fala isso! Justamente por fazer meu trabalho direito deveria ter o direito (tsc) de tirar algum benefício dessa m... (sorry, a GM de apropriou do teclado...) Não tenho medo de ralar não, tb não me esquivo diante de novidades. Pelo contrário, sou bem "entrona" e gosto de saber de tudo um pouco (por isso, talvez, acabe me resignando e mesmo contra minha vontade, aceitando ser feita de iô-iô). Mas tenho um sério problema de relacionamento, que preciso (de verdade) tratar... Odeio gente burra. Odeio gente que acha que porque nasceu numa época privilegiada e ganhou um cargo no colo, é melhor que os outros. Odeio gente que chega querendo sentar na janela. É, essa é a razão principal da minha revolta. Tem nome, mas nesse momento quem escreve é a Sandy, a gêmea-boa, portanto, ficará sub-entendido.

Mais uma vez, pelo visto, vou ter que lidar com mudanças. Mais uma vez, terei que trabalhar meu "lado espiritual". Mais uma vez, Sandy vai ter que estar presente e dominante em horário comercial.

Espero poder contar com a ajuda dos amigos. Com a compreensão dos de casa, que terão que, pelo menos nesse início, aturar a GM mais emburrada. Com a "filosofia musical" do Jay, que tão perfeitamente define meu jeito de ser... Espero sair dessa uma pessoa melhor. E vou ( até o próximo "lá vou eu" ).

 



Escrito por Eu mesma às 21h37
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Pensamento GM do dia (amei isso!):

"A modéstia é a humildade de um hipócrita, que pede perdão por seus méritos aos que não têm nenhum."

 (Schopenhauer)



Escrito por Eu mesma às 12h25
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The Comeback (and again, and again, and again...)

Sou só eu que me sinto usada nesse 486224629º retorno do RPM???

Gente, já tá virando "High School Musical", com suas zilhões de continuações (Longe de mim comparar o Paulo Ricardo ao Zack Efron, maldosos!!!).  Eles brigam, se xingam, se processam, se odeiam. E ai... O dinheiro acaba e ELES VOLTAM! Pro braço (e pro bolso) dos fãs...

Posso estar falando besteira, mas, na boa, não dá pra ter um discurso consistente desse jeito. Não dá pra falar q é por vocação, por amor à música, pra perpetuar uma década... Por isso, me dou o direito de achar q é motivado por dinheiro, por fama, por ego. Toda vez é a mesma coisa, babação de ovo no Faustão, a mesma introdução (novelas, seriados, política da época), as mesmas piadas, as mesmas canções.

O pior: ainda sabendo de tudo, a gente consome. Em nome dos tempos que já foram, ignoramos a camisa desnecessariamente colada do poser Paulo Ricardo, os discursos pseudo-políticos, a atitude forçadamente rebelde sem causa e assistimos, cantamos, vibramos. Vamos ao show, compramos CDs, DVDs. Pagamos pra ver. Mais uma vez.



Escrito por Eu mesma às 20h27
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Direito Autoral

Só pra registrar, deixar claro que a frase é minha, pra depois não virar corrente de e-mail com a assinatura do Herbert Vianna, ou do (blargh!) Paulo Coelho....

A DATA: Hoje, 11/07/08

O FATO: Uma conversa, no trabalho, sobre "música".

A FRASE: "Escutar eu escuto, até porque meu ouvido não nasceu com filtro. Ouvir é oooutra história!"

Que fique registrado!



Escrito por Eu mesma às 21h02
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Diferenças

Conhecimento. Essa sempre foi uma palavrinha que impulsiona meu acordar. Desde pequena, estava sempre antenada em tudo, chegava a ser a chata da turma, com o livrinho na mão, e a mente sabe lá aonde. Nunca tive muita paciência pra determinados papos, algumas brincadeiras me entediavam. Gostava mesmo era de livros de detetive - minhas mesadas sempre acabavam na Ediouro (ui, tô velha!). É óbvio q isso me empurrava pra categoria de nerd, e me deixava meio de canto na escola. Quando novinha eu sofria com isso, mas preferia muito mais a ter q ouvir papos vazios sobre festas no Copacabana Palace, simpatias pra arrumar namorado e coisas do gênero.

Com a maturidade, veio a personalidade. Que delícia!! É muito bom poder assumir suas excentricidades, e não sofrer mais por ter q se adequar a um mundo q não é o seu. Tudo bem, faz parte também ter q abrir algumas concessões e não dar bola pro cérebro algumas vezes, quando Tico e Teco berram com plaquinhas escrito "boring". Mas hoje, mais velha, consigo reunir a minha volta "esquisitos" como eu, ávidos por cultura, por por desafios, por novidade... Durante anos frequentei "antros" dessas galeras, as chamadas "Gincanas Culturais", q nos faziam levar a sério aquilo q para muitos pode ser visto como "cultura inútil" (como saber de cor todos os países, capitais e moedas do mundo, ou ficar íntimo da galera da mitologia), mas que nos garantia pontos e a fama de "insuportáveis" com nossos adversários. Essa parte, eu adorava... (rsrs)

A era do "quiz" acabou, mas as amizades conquistadas nessa época são para sempre, jamais quero perder essas pessoas, elas me completam. É o máximo poder travar papos sobre filosofia numa mesa de poker!!! Aliás, é o máximo ter alguém para conversar sobre filmes não-blockbusters, sobre autores nacionais, sobre filosofia. Ainda mais quando essas mesmas pessoas, 5 minutos depois, estão te divertindo quando falam sobre o desenho do Pica-Pau!

Por que estou falando sobre isso? Porque, enfim, acho que consegui romper minhas próprias amarras em relação a opinião das pessoas sobre o que eu curto, o que vejo, principalmente o que ouço. Não gostou, foda-se! Com todas as letras. Não preciso mais, de coração, que compartilhem dos meus gostos. O mundo é vasto, cada qual com a sua (mas tb não me obrigue a gostar de suas porcarias!). Cansei de ser menosprezada por não fazer parte do senso-comum. Quer debochar? Deboche, faça pouco, dane-se. Gosto de ler filosofia (só não faço facul por falta de grana mesmo, meu diploma de jornalista só serviu pra "pendurar na parede", nunca tive Quem me Indicasse). Curto Deleuze, Nietzsche. Gosto de ouvir Paulinho Moska, Jay Vaquer. Curto filme-cabeça...Não quero perder meu tempo ouvindo "forrós-engraçadinhos-de-duplo-zero-sentido", ou funks nonsenses. Quer ouvir? Ouça. É seu direito!! (Há tempos atrás isso viria acompanhado de um "só lamento", hoje não, respeito). Mas não me rotule. Seu direito, meu direito! 

Com esse desabafo da gêmea-má (meu alter-ego querido), não quero passar por pseudo-intelectual-arrogante. De jeito nenhum. Também morro de rir com o Pânico, a-do-ro "Eu, a patroa e as crianças", leio gibi, amo enlatados americanos. Vejo novela, reality show. Ia dizer q sou normal, mas imediatamente o grilo falante daqui cantarolou ("alguém sabe dizer o que é normaaaaalllll..."). Minha intenção com o post é só declarar para o mundo que não me chateio mais com as "marginalizações". E que resolvi me assumir um "ser pensante", mesmo que isso me deixe de canto às vezes. Precisava disso, preciso disso. Quem quiser, que me aceite!



Escrito por Eu mesma às 18h59
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JAY VAQUER E AS SENSAÇÕES

  Assistir a um show de Jay Vaquer é como estar num daqueles experimentos científicos que aguçam os sentidos. Não é só um espetáculo musical, onde os ouvidos batem palminhas a cada palavra dita, a cada frase formada... Certa vez ouvi de Miguel Falabella um “agradecimento” pelo dom recebido de “jogar as palavras para o alto de maneira aleatória e vê-las caindo cada qual em seu lugar, de forma a expressar, da maneira mais fiel possível, o que sua mente queria dizer”. Pois então, o Jay tb deve agradecer a quem lhe deu o mesmo dom... Suas letras têm a capacidade de, a cada momento, suscitar emoções diferentes, sempre intensas, e nos jogar de um canto para outro, sem dó, numa espécie de turbilhão de sentimentos.  Ainda falando de prazeres auditivos, não posso deixar de elogiar a educação vocal do Vaquer, que lhe permite traduzir o “espírito” das letras sempre no tom certinho,  seja numa suavidade ímpar (como no caso da excepcional “Quando Fui Fred Astaire”, ou em “Aquela Música”), ou em notas altíssimas – e perfeitas -  para expressar revolta e angústia, como na melhor-música-de-todos-os-tempos (é, imparcialidade jornalística my ass!) “Você não me Conhece”, ou em “Mondo Muderno”. Fora isso, há também espaço para o Jay debochado, que “tira onda” do “cara que queria ser artista de televisão e acaba nas mãos (tsc) do diretor picudo”, ou do “velho babão”, uma espécie de Peter Pan ancião do século XXI.

  Ele recria, a cada abrir de cortinas, uma atmosfera visual que situa milimetricamente todos os sons executados. Já de início impressiona a quantidade de correntes dispostas no palco, que, junto com o jogo de luz nos puxa imediatamente para o clima das quase duas horas que virão a seguir. Nos shows do Vaquer, posso dizer, com certeza, não há espectadores. Todos participam da sua maneira, na sua dose.  Mas ninguém, ninguém, passa imune por essa catarse coletiva. E não é só o cenário que torna essa “conexão” possível. A impressão que eu tenho, sempre, é que o Jay é tomado por algo maior (o prazer de estar no palco, talvez), que faz com que este fique pequeno pra ele.  A atitude do cantor ao interpretar é tamanha que às vezes deixa a platéia com um friozinho tenso na barriga, como quando ele sobe na cadeira e “se pendura” nas correntes – olha outra sensação ai... Mas nada é fora do tom. É tudo embasado, tudo de acordo com o discurso do momento. E já que retomei as sensações, vai ai outra: quem consegue não se arrepiar com “Nera”??

Nunca usei drogas, mas não acho exagero comparar um show do Jay a elas... Primeiro porque vicia (e tenho várias comprovações disso, não só comigo, mas com pessoas beem próximas). Depois, por eu não conseguir imaginar mais nada “no mundo real” que misture tantas emoções, de uma maneira tão intensa, como é o caso. Além disso, as apresentações do SR. Vaquer são uma explosão de sentimentos os mais diversos possíveis, estimulados por letras inteligentes, uma performance de palco invejável – abrilhantada, e muito, pela competência dos músicos, tudo isso reunido numa atmosfera mágica.

Não  posso deixar de fora o pós-show. Nunca vi nada igual, e, confesso, essa é uma das partes que mais me impressionam no Jay até hoje.  Mesmo exausto, ele faz questão de atender às intermináveis filas, chamar toda a sua “mundiça” (seus fiéis fãs) pelo nome, saber datas importantes, etc. Uma grata exceção num mundo recheado de “inacessíveis emergentes culturais”.  Isso sem falar nos milhares de scraps respondidos, na entrevista mensal (Budega), nos improváveis telefonemas feitos a pais preocupados com as saídas dos filhos.... Enfim, se eu continuar falando vai parecer mentira, coisa de quem admira tanto que não consegue analisar racionalmente. Taí: Admiração, é isso. A palavra certeira que pode surgir dessa quantidade enorme de sensações... Admiração.

E nessa hora, pra fechar, preciso “roubar” uma frase dita na comunidade, praticamente um resumo disso tudo: “O Jay é foda, o resto é moda!!”



Escrito por Eu mesma às 15h18
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Voltei?? Será??

Depois de um longo e tenebroso inverno, resolvi voltar a escrever... Eu explico: fiquei um tempo fora porque, pra escrever pro Wilson ler, preferi,ao invés de gastar meus dedinhos, contar as novidades pessoalmente em nossos encontros de terça. Só que há, em meu corpo, alguma substância malígna que não permite à minha porçãozinha jornalística ficar quieta muito tempo. Então, esteja vivendo um momento novela do Manoel Carlos ou não, passarei por aqui de vez em quando (vamos ver qual será o destino da minha vidinha cor-de-rosa....).

Hoje, por exemplo, fui assistir a "Um Herói de Brinquedo" (oops, "Homem de Ferro") no cinema. Sinceramente, acho que a coisa mais assustadora do mundo é a tal da testosterona. Como é que pode?? O mesmo bando de marmanjo que odiou quando o Schwarzenegger se vestiu de Turbo Man na parada pra fazer a alegria de seu filho, aplaudindo o magricela do Robert Downey Jr usando a mes-ma armadura só pra dar porrada nos outros e quebrar metade da cidade??? Fora esperar 4674008578585 minutos de letrinhas subindo pra ver uma micro cena com um pirata dando um gancho (nossa, essa foi ótima) pra uma sequência que deve acontecer, digamos, daqui a uns 4 anos!!! Diícil entender (Tô brincando, Leo, o filme é divertido, deve ser realmente beeem parecido com os quadrinhos (que devem ser legais, tb, enfim...)).

Acabei de tomar uma pancada do PS (pra quem não sabe, Poker Stars, um dos meus brinquedinhos preferidos). Perdi a vontade de continuar escrevendo hj....Aliás, falta assunto e sobra sono.

Pra quem não entendeu a comparação dos filmes, basta jogar no Google " Um Herói de Brinquedo" e comparar a roupa do Turbo Man com a do herói Marvel.....

 

 

 



Escrito por Eu mesma às 00h48
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EU OVO - Isabella Taviani - Diga Sim

PÁRA TUDO E CHAMA A NASA!!

O novo Cd da Isabella Taviani, "Diga Sim", já chegou nas lojas.

Não precisa nem dizer que o meu já estava garantido desde o momento que o caminhão da distribuidora parou na porta da Saraiva, né?
A Isabella hoje é, sem dúvidas, a cantora mais completa do mercado. Mesmo depois de seu excepcional CD de estréia (um dos melhores q já ouvi em meus 30 aninhos por aqui), ainda é, por muita gente, comparada à Ana Carolina, o que é inevitável, tendo em vista que o timbre de voz das duas é de fato bem parecido. Mas as semelhanças, ao meu ver, acabam ai.

"Diga Sim" é, de certa maneira, mais doce que o anterior, "Isabella Taviani". O que mais encanta, inclusive, nas letras atuais, é a simplicidade das belíssimas canções de amor, tônicas desse novo trabalho. A faixa título, por exemplo, é um singelo pedido de casamento, abrilhantado pela suavidade da voz da cantora. A releitura de "Ternura" clássico da dupla Roberto/Erasmo Carlos, é outra música que ratifica essa tendência mais romântica do CD.

Outra característica, essa da compositora Isabella Taviani, que precisa ser ressaltada e exaltada é a correção gramatical presente em todas as letras do disco. Nos tempos de "69, frango assado" que estamos vivendo, é raríssimo ouvir um "quero beber o que dele escorre pela pele" por exemplo, ainda mais se este vem de forma simples, sem pretensões de ser rebuscado nem de conseguir uma cadeira na ABL. Eu, como jornalista, tenho um prazer absoluto de sair cantarolando por ai canções nas quais as palavras "se alocam" tão magistralmente uma ao lado da outra... E essas, em "Diga Sim", não faltam...

Marca registrada do primeiro trabalho, o "veneno" delicioso das composições de Taviani também se faz presente, como em "Luxúria", adequadamente presente na trilha sonora da global "Os Sete Pecados". E quem curte o lado " é assim que se dá um fora com classe" da compositora, também não vai ficar chupando dedo. "Quero mais é te perder" segue a linha de "Digitais", e poupa a mente daqueles preguiçosos que ficam séculos prolongando relações acabadas só por não encontrar palavras adequadas para pôr nelas um ponto final.

"Diga Sim", na verdade, tem música pra todos os gostos, até porque a Isabella é plural. E plural com qualidade!!

EU OVO!!



Escrito por Eu mesma às 15h03
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BOM DIA!!

Tenho andado sumida daqui ultimamente, é verdade. A razão disso é que meu tempo ocioso no trabalho, embora cada vez maior, agora não pode mais ser ocupado com diversões em rede. É isso, adeus "Mulher Excel"! Estamos todos oficialmente proibidos de entrar na internet.

Nem sei pq tô aqui explicando isso... A Carol - que tem muuuito mais tempo livre q eu - não escreve no blog dela faz mó tempão, e nem se explica (rsrs).

Bom, é isso!



Escrito por Eu mesma às 07h11
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Ìdolos

Ainda não tinha tocado nesse assunto no blog esse ano. Tava tudo muito confuso, saídas inexplicáveis, eu nem gostava de falar pq dava com os burros n´água quando vinha o resultado. Antes do top 10 foi a decepção da Julie. Depois, uma enxurrada...João, Dan, e lá continuavam Naiara e Thiago. Ela, então, eu não conseguia nem cantar de tão ruim q era... Bem definiu o Samuel, do Skank: uma mistura de Wanderléia com Paula Toller!

Pois como o tempo é o senhor da razão, ontem foi o dia em que separaram-se os homens dos meninos... Ficou nítido o desnível dos candidatos, o que fez com quem pela primeira vez, a votação final fosse coerente. Na parte dos fodas, Shirley, Davi e Lenny (ela não canta p... nenhuma mas é muito melhor do que um monte de gente q tá no top 10 das rádios por ai: tem carisma, personalidade e suas migueladas são adoráveis). Do outro, a Thaeme, q qto mais quer se distanciar da Sandy mais fica parecida c ela, e os dois malfadados citados acima....

Ufa!! Justiça foi feita. Meus ouvidos serão menos maltratados semana q vem com a saída da Naiara....

Pra quem nunca viu o programa, vale a pena conferir o vídeo abaixo, do Davi interpretando "Dois Rios":



Escrito por Eu mesma às 22h08
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 Pq a maioria das pessoas precisa q a gente desenhe as coisas pra q elas consigam entender, hein?? Que raiva!!!

Escrito por Eu mesma às 15h45
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